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A última edição da Revista PARLASUR, lançada recentemente, publica uma entrevista com o Diretor Executivo do Instituto Social do MERCOSUL, Gabriel Toselli, sobre um evento que discutiu a Agenda 2030, em Buenos Aires, Argentina.

“Agenda 2030: em torno a uma Cooperação Regional” foi organizado pelo Conselho Nacional de Coordenação de Políticas Sociais da Argentina (CNCPS), o Ministério de Relações Exteriores e Culto da Argentina e o Instituto Social do MERCOSUL. Reuniu autoridades, representantes do âmbito empresarial, sociedade civil e Academia. Também estiveram presentes funcionários dos Estados Partes do MERCOSUL e Associados, representantes do sistema de Nações Unidas dos países membros e Associados do MERCOSUL. Este evento esteve organizado pelo Conselho Nacional de Coordenação de Políticas Sociais.

O Diretor Executivo foi entrevistado pela PARLASUR sobre os resultados deste encontro. Segundo ele, “a Agenda 2030, apresenta uma série de oportunidades para o MERCOSUL em torno à incorporação da agenda social destas metas no bloco, que não pode se materializar durante a vigência dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Isto, pois, surgidos no final do século passado, em meio a contextos nacionais de profundas crises econômicas e sociais, coincidiu com um MERCOSUL que começava a construir sua institucionalidade em matéria social”.

Neste sentido, explicou que a Agenda 2030 tem um forte vínculo com o Plano Estratégico de Ação Social, Declaração Sociolaboral e Estatuto de Cidadania do bloco. “Os três instrumentos compartilham perspectivas com os ODS e Agenda 2030, ainda que com suas próprias particularidades, uma vez que reconhecem uma ampla gama de direitos econômicos, sociais, culturais, trabalhistas, entre muitos outros; a aposta por gerar um marco de referência para o desenvolvimento inclusivo e a eliminação das desigualdades, tanto entre grupos populacionais, como entre regiões e países entre si”.

Toselli falou sobre o papel que pode ter o ISM em relação à Agenda 2030 dos ODS: “Desde o ISM, trabalhamos sempre, primeiramente, como mencionara anteriormente, em função de sua vinculação com o o PEAS, mas atualmente estamos começando a tomar o tema como um eixo de trabalho”. Sobre isso, mencionou que foi aprovado, no marco da Reunião de Ministros e Autoridades de Desenvolvimento Social do MERCOSUL (RMADS), um Plano de Ação para os próximos dois anos com quatro linhas de trabalho e atividades propostas em relação ao PEAS e à Agenda 2030, de modo expresso. “Por outro lado, a incorporação da temática ao Plano de Gestão Bienal do ISM, nos comprometeu com a primeira realização do primeiro encontro MERCOSUL sobre o tema, no sentido de começar a visualizar o estado dos países da região”, assinalou.

Entre as conclusões do encontro, Toselli destaca três: A Agenda 2030 como uma prioridade de primeira ordem para a política exterior dos Estados, no qual as atividades de coordenação e negoaciação são fundamentais para uma implementação equilibrada; os governos como grandes responsáveis e encarregados de liderar, ainda que não de modo solitário, esta Agenda; e a construção de uma clara institucionalidade, ainda que diversa de país em país quanto à sua conformação para abordar a Agenda 2030, com uma forte direccionalidade política e capacidade de transversalização e articulação interinstitucional.

A matéria completa pode ser acessada na Revista PARLASUR, que pode ser acessada aqui.

 





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